O tribunal fala primeiro? Problemas e desafios do controle prévio de constitucionalidade
DOI:
https://doi.org/10.5294/dika.2025.34.1.11Palavras-chave:
Controle prévio, justiça dialógica, constitucionalismo cooperativo, deliberação judicial, controle de constitucionalidade participativoResumo
Os estudos de direito constitucional comparado sobre quem detém a última palavra em um sistema democrático se concentraram em modelos de controle de constitucionalidade posterior às leis. No entanto, os modelos de justiça constitucional incorporam algumas formas de fiscalização prévia da constitucionalidade. Este artigo examina os cenários em que os tribunais falam primeiro. Por isso, refere-se aos problemas e desafios que representa para a democracia o controle prévio de constitucionalidade, em especial para exercê-lo e atuar dialogicamente com os demais poderes do Estado. Em particular, são abordados os desafios relacionados com a necessidade de antecipar problemas de constitucionalidade, a falta de participação cidadã e a inevitável relativização da coisa julgada. A análise é conduzida a partir da experiência dos sistemas de controle prévio mais ativos e sofisticados do mundo: o colombiano.
Downloads
Referências
Celis Corzo, Diego Alejyro, “Objeciones gubernamentales en el ordenamiento jurídico colombiano”, Revista Derecho del Estado 48 (2021), pp. 51-84.
Dixon, Rosalind, “Para fomentar el diálogo sobre los derechos socioeconómicos: una nueva mirada acerca de las diferencias entre revisiones judiciales fuertes y débiles”, en Roberto Gargarella (ed.), Por una justicia dialógica, Buenos Aires, Siglo Veintiuno Editores, 2015, pp. 51-103.
Dixon, Rosalind, “Creating dialogue about socioeconomic rights: Strong-form versus weak-form judicial review revisited”, I-CON 5, 3 (2007), pp. 391-418.
Ginsburg, Tom, Judicial Review in New Democracies. Constitutional Courts in Asian Cases, Cambridge, Cambridge University Press, 2003.
Lorenzetti, Ricardo, “Las audiencias públicas y la Corte Suprema”, en Roberto Gargarella (ed.), Por una justicia dialógica, Buenos Aires, Siglo Veintiuno Editores, 2015, pp. 345-354.
Mendez, Mario, “Constitutional review de treaties: Lessons for comparative constitutional design and practice”, International Journal of Constitutional Law 15, 1 (2017), pp. 84-109.
Restrepo Piedrahita, Carlos, Control de Constitucionalidad, Bogotá, Universidad Externado de Colombia, 2006.
Roa-Roa, Jorge Ernesto, Control de constitucionalidad deliberativo, Bogotá, Universidad Externado de Colombia, 2018.
Sagüés, Néstor Pedro, La Constitución bajo tensión, México, Instituto de Estudios Constitucionales del Estado de Querétaro, 2016.
Santamaría, Alejyro, “El control constitucional por vía de excepción en el pensamiento constitucional colombiano: 1811-1886”, en Francisco Barbosa Delgado (ed.), Historia del Derecho Público en Colombia, Bogotá, Universidad Externado de Colombia, 2012, pp. 265-320.
Tushnet, Mark, “New forms de judicial review and the persistence of rights and democracy-based worries”, Wake Forest Law Review 38 (2003), pp. 813-838.
Waldron, Jeremy, “The core of the case against judicial review”, Yale Law Journal 115 (2005), pp. 1346-1406.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Jorge Ernesto Roa Roa, Juan José Aristizábal López

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Esta revista e os seus artigos estão publicados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0). Você tem o direito de compartilhar, copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato. Para que isto ocorra: você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas; você não pode usar o material para fins comerciais; e, se você remixar, transformar ou criar a partir do material, você não pode distribuir o material modificado.



